
“Especialista explica diferenças entre as normas britânicas e brasileiras e alerta para os riscos do uso inadequado de medicamentos estéticos.”
Com atuação entre o Brasil e o Reino Unido, o especialista em estética Rozemario Bomfim tem se destacado por sua abordagem ética, segura e atualizada nos procedimentos estéticos. Em entrevista recente, ele fez um comparativo entre as legislações brasileira e britânica, destacando pontos fundamentais que podem orientar tanto profissionais da área quanto pacientes que desejam realizar tratamentos estéticos com responsabilidade.

Foto – Divulgação
Diferenças entre Brasil e Reino Unido no uso de medicamentos estéticos
“As legislações do Reino Unido e do Brasil em relação ao uso de medicamentos com finalidade estética diferem significativamente em vários aspectos, especialmente em regulação, profissionais autorizados, publicidade e controle de substâncias”, afirma Bomfim.

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Um dos principais diferenciais no Reino Unido é a obrigatoriedade da consulta prévia com o profissional habilitado, como orienta o guia oficial do governo britânico, antes da prescrição ou aplicação de qualquer substância. “Essa consulta garante um diagnóstico adequado e aumenta as chances de sucesso e segurança do tratamento”, explica.

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Outro ponto relevante é a forma como a toxina botulínica (botox) é adquirida. No Reino Unido, a compra é feita diretamente em farmácias mediante prescrição médica registrada, o que reduz drasticamente o risco de falsificações. No Brasil, ainda é comum que o produto seja obtido via distribuidores, o que abre margem para irregularidades.

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Critérios adotados no Reino Unido para prescrição estética segura
Segundo o Rozemario Bomfim, no Reino Unido o uso de medicamentos com finalidade estética obedece a critérios rígidos, como:
“Aqui, apenas profissionais prescritores com seguro médico em dia podem atuar. O paciente precisa estar bem informado e amparado antes de qualquer intervenção”, reforça o especialista.
Boas práticas na estética: ética, segurança e respeito ao paciente
Bomfim enfatiza que um atendimento ético e seguro deve respeitar normas clínicas, legais e humanas. Ele destaca as boas práticas que todo profissional da estética deve adotar:
Dicas para o paciente identificar um profissional seguro
O especialista também dá dicas importantes para que os pacientes saibam identificar profissionais confiáveis:
“Se o profissional não faz uma ficha de anamnese completa, não explica os riscos e não oferece um termo de consentimento, é um sinal de alerta. O paciente precisa estar bem orientado, com expectativas reais e sentir confiança em todo o processo”, alerta Bomfim.
Atendimento internacional com base ética
Atualmente, Rozemario Bomfim realiza atendimentos presenciais em Londres e consultas estéticas virtuais para pacientes brasileiros.
“Durante a consulta, conversamos bastante, faço a avaliação estética e, com base nisso, elaboramos o plano de tratamento ideal. A consulta é o momento mais importante para o diagnóstico ético e preciso”, afirma.
Sobre
Rozemario Bomfim tem Pós-Graduação em Enfermagem Estética é Perito Judicial, possui Pós-Graduação em Estética Médica pela Universidade de Londres na Inglaterra.
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