Com exclusividade na Rede TV, Sarah Estanislau fala sobre convite especial para ser madrinha da escola de samba Consulado

Reginaldo Faria Primo
Reginaldo Faria Primo

Escola é considerada a maior e mais tradicional escola de samba de Florianópolis

Fenômeno nas redes sociais e um dos grandes destaques do Carnaval atual, Sarah celebrou o momento como um marco em sua trajetória pessoal e profissional. Segundo ela, o convite representa não apenas um reconhecimento do seu trabalho e da sua conexão com o público, mas também uma grande responsabilidade cultural.

A influenciadora já iniciou oficialmente sua jornada dentro da escola campeã da capital catarinense, participando de ensaios, ações especiais e se envolvendo ativamente com a comunidade. Sua presença tem movimentado os bastidores do samba local e reforçado a conexão entre o Carnaval tradicional e a nova geração digital.

Com milhões de seguidores e forte engajamento nas redes sociais, Sarah Estanislau se consolida como um dos nomes mais relevantes do Carnaval 2026, unindo carisma, visibilidade e paixão pelo samba, em uma parceria que promete marcar a avenida.

Como surgiu o convite para ser madrinha desta escola de samba?

O convite surgiu em 2025, a partir de uma aproximação feita pela própria escola e por meio da assessoria de imprensa. Nesse processo, tive contato com pessoas importantes do Carnaval, como a Márcia Gil, e depois fui apresentada ao carnavalesco Raphael Soares. Participei do desfile como destaque do carro abre-alas em 2025, vivi a experiência de dentro e, após reuniões com diferentes segmentos da diretoria, veio o convite formal para assumir o papel de madrinha em 2026. Foi um processo construído, com diálogo e respeito.

O que te motivou a aceitar esse papel tão simbólico dentro do Carnaval?

O que me motivou foi entender que ser madrinha vai muito além de um título. É um compromisso com a história, com a comunidade e com o trabalho de muita gente. Eu só aceitei porque senti que poderia somar de verdade, aprender e contribuir.

O que essa escola representa para você hoje?

Hoje, essa escola representa pertencimento, aprendizado e responsabilidade. É uma escola com uma história linda, campeã, com 50 anos de trajetória, que carrega tradição, comunidade e muito orgulho. Me sinto honrada em fazer parte dessa história e em caminhar junto com a escola.

Como foi o seu primeiro contato com a comunidade da escola?

Foi um contato muito respeitoso e acolhedor. Desde o início, procurei ouvir, observar e aprender. Sempre tive o cuidado de entender os espaços, as pessoas e a dinâmica da escola. Com o tempo, fui participando mais, estando presente nos eventos, nas ações sociais de dia das crianças e Natal, na quadra, e construindo essa relação com amor.

O que mais te encantou na história e na energia da escola?

O que mais me encantou foi a força da comunidade e o amor das pessoas pela escola. A energia da quadra, a bateria poderosa, o orgulho em ser Consulado, a simbologia do pandeiro, a história de 50 anos e a forma como todo mundo se envolve, do barracão ao desfile. É uma escola que tem raiz, identidade e muita união, e isso me emociona profundamente.

Entrevista publicada originalmente pela RedeTV
(Fotos: Arquivo Pessoal)

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